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Distrito Sala
Detalhe Evento
150 Milhões de Escravos

150 Milhões de Escravos

Teatro & Arte | Teatro

Teatro da Trindade INATEL

Sala Carmen Dolores
Classificação Etária
Maiores de 14 anos
Bilhete Pago
A partir dos 3 anos
2018
jan
11
a
2018
jan
28
Realizado

Duração

90 minutos

Produtor

Teatro da Terra - Centro de C. Artística de Ponte de Sor

Breve Introdução

150 milhões é o número de menores que, segundo a Amnistia Internacional, são hoje vítimas de trabalho infantil.

Sinopse

"A ideia de trabalhar o neorrealismo, nasce de uma vontade minha, pois tendo sido nascida e criada na lezíria ribatejana, conheci bem de perto os protagonistas das obras de Soeiro e Redol. Passados muitos anos, senti a necessidade de voltar à terra, à minha infância e adolescência. Ao mesmo tempo, nessa viagem de retorno cruzei-me com este que foi o movimento neorrealista português - A luta dos pobres. As gentes da lezíria, os operários da fábrica em Alhandra, os avieiros, os esteiros, os telhais, os campinos, os capatazes, os latifundiários, os ciganos, etc.; uma comunidade socialmente rica e digna de análise, como o fizeram tão bem Soeiro Pereira Gomes e Alves Redol (Alhandra e Vila franca de Xira). Em Almada, começámos esta viagem pelo neorrealismo com O Cravo Espanhol de Romeu Correia, que levámos a Ponte de Sor, Castro Verde, Setúbal, Alverca, Seixal e Leiria; passamos em Gândara de Carlos de Oliveira e o seu Finisterra e acabamos em Alhandra nos telhais dos Esteiros de Soeiro Pereira Gomes. A adaptação pretende trazer esta obra para a contemporaneidade, transportando as crianças trabalhadoras dos telhais e jovens operários para os dias de hoje. Quem são hoje os filhos dos homens que nunca foram meninos?"
Maria João Luís

Ficha Artística

Encenação: Maria João Luís
A partir de: Em Homenagem aos nossos empregados de Mickael de Oliveira, A Gaivota de Anton Tchékhov e Esteiros de Soeiro Pereira Gomes
Com: Beatriz Godinho, Catarina Rôlo Salgueiro, Emanuel Arada, Ivo Alexandre, João Saboga, José Leite, Hélder Agapito, Lígia Soares e Teresa Sobral.
Cenografia: Ângela Rocha
Vídeo: Inês Oliveira
Movimento: Paula Careto
Desenho de som: José Peixoto
Desenho de luz: Pedro Domingos
Assistência de encenação: Catarina Rôlo Salgueiro
Direção de produção: Pedro Domingos
Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Teatro da Terra
Parceiros: Câmara Municipal de Ponte de Sor, Museu do Neorealismo

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